na Portugal 2010 – Exposição Mundial de Filatelia, até domingo de manhã, na FIL, em Lisboa.
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Pavilhão de Segurança do Hospital Miguel Bombarda, antigo Hospital de Rilhafoles. Desactivado no ano 2000. Construído entre 1893 e 1896 com projecto de José Maria Nepomuceno (1836-1895).
Em vias de classificação há já algum tempo. O Hospital vai fechar em breve para ser vendido.
Fica no centro de Lisboa.
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Tu partiste e partiste-me. Roubo a ideia do livro de José Luís Peixoto. Tu és todos os que partiram. Todos são os que não se transformaram em estrelas, nem foram para o céu, nem foram ter com o pai e com a mãe. Tu és todos os que partiram no hospital, em casa, a apanhar sol. Tu és todos os que partiram com e sem aviso. Tu és todos os que me marcaram pela vida e pela partida. Pela presença, pelos cheiros, pelo saber olhar, pelo toque. Tu és todos os que me partiram. Partiste e partiste-me, literalmente.
a2
Caros “amigos”:
Para mim o facebook não é uma coisa muito séria. Funciona como um ”escape” e como tal quero sentir-me completamente à vontade para poder escrever e publicar o que me apetecer. Quando quero escrever mais à séria existe outro espaço, este aqui, neste momento muito abandonado, coitado. Dentro dos meus “amigos” existem pessoas que utilizam o facebook com perspectivas completamente diferentes (ainda bem) e com critérios também diferentes de aceitação de “amigos”. Mas como me quero sentir à vontade para partilhar as baboseiras que às vezes publico, não aceito pedidos de “amizade” de pessoas que não conheço, que conheço mal, que são sugeridas por amigos, que têm quinta no farmville e dá jeito para vizinho, etc. As pessoas que tenho nos amigos conheço-as. Privo ou privei mais com umas do que com outras, mas sinto-me à vontade com todas elas.
Assim: Por favor não me mandem sugestões de amizade de pessoas ou instituições que não conheço, ou conheço mal, pois eu não aceito. E se quiserem ocultar as minhas palermices, estejam à vontade.
Beijos a todos.
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O Bloco de Esquerda teve o maior crescimento de todos os partidos nas legislativas de domingo, duplicando o seu grupo parlamentar, de 8 para 16 deputados. Mas se a noite começou extremamente doce para o BE, acabou com um travo amargo. Começou com previsões de 18 a 20 deputados, estatuto de terceira maior força política à frente da CDU mas também do CDS/PP e a capacidade de fazer maioria absoluta com o PS. Acabou com “apenas” 16 deputados confirmados, inúteis para viabilizar/fazer cair um governo, e um resultado final a fixar-se nos 9.9 por cento, com o CDS/PP a ultrapassa-los e a ultrapassar os dois dígitos.
Talvez isto tenha sido o melhor que podia acontecer ao BE: se o eleitorado tivesse oferecido aos bloquistas o ónus de viabilizar/fazer cair um governo acabariam por deixar sempre descontente parte do seu eleitorado. Se suportassem no parlamento o governo do PS e a sua “política de Direita” seriam acusados de pactuarem ou mesmo de se tornarem iguais aos que criticavam. Se, pelo contrário, recusassem suportar o governo seriam acusados da irresponsabilidade ou de entregarem o PS nos braços dos partidos da Direita. Assim, podem continuar a fazer oposição à vontade e alimentar a esperança de crescer ainda mais à custa do PS.
Com este resultado o BE fica impossibilitado de usufruir de todos os prazeres de ser um partido maior, arredado das questões de poder, mas mantêm a virgindade intacta. Uma eventual “menage a trois” com o PS e a CDU, para viabilizar uma ou outra medida, será sempre tão fugaz, tão cheia de sentimentos de culpa para todos os intervenientes, que é sempre possível proclamar que não se chegou a vias de facto.
ap
P.S. – Comentário da a2 ao ler este post: é uma visão muito PS, nem parece que votaste no BE. Precisão minha (ou, como se costuma agora dizer, declaração de interesses): votei no BE.